Descrição da instalação de climatização
As principais variantes deste sistema são:
- adoção de um pressotato de mínima;
- adoção de um compressor de vazão variável que permite "seguir" a carga
solicitada pela instalação sem contínuas operações de acionamento/desacionamento da junta do compressor. A variação de vazão do líquido
refrigerante em função das pressões em jogo permite compensar a variação do
número degiros do compressor (ligado ao número de giros do motor) de modo a
adquar a quantidade de "frio" produzido em função da solicitação do sistema.
- um diferente posicionamento dos órgãos da instalação no vão do motor.
CIRCUITO DE CONDICIONAMENTO
O circuito representado esquematicamente na figura da págian seguinte, é
constituído principalmente pelos seguintes componentes:
- um compressor montado no motor, que aspira o fluido refrigerante da saída do
evaporador;
- um condensador, montado em frente ao radiador do líquido de arrefecimento do
motor (circuito de alta pressão);
- um evaporador, colocado no grupo convergedor;
- um filtro desidratador.
Os componentes citados estão ligados entre si mediante adequadas tubulações.
Em uma destas, ou seja, na que liga o condensador ao evaporador, está montado
o pressostato de três níveis que representa o componente com funções de controle
e de segurança da instalação.
Além disto, dentro da mesma tubulação está colocada uma válvula de expansão.
a - Fluxo de ar para resfriamento do condensador,
proveniente da grade dianteira quando o veículo
está em movimento.
b - Fluxo de ar para resfriamento do condensador
provocado pelo respectivo ventilador quando o
veículo está parado ou em caso de marcha a
baixa velocidade.
c - Fluxo de ar para o evaporador provocado pelo
respectivo ventilador montado no grupo
aquecedor-distribuidor.

1 - Compressor
2 - Condensador
3 - Ventilador do condensador
4 - Válvula de expansão
5 - Evaporador
6 - Ventilador do evaporador
7 - Filtro desidratador
8 - Pressostato de três níveis (trinary)
O grupo condicionador tem a função de resfriar e desumidificar o ar direto para o
habitáculo. Funciona de acordo com um ciclo comum de refrigeração percorrido
pelo fluido R134a no qual são desenvolvidas as mudanças de estado (de líquido
para gás e vice-versa) para absorver e ceder uma notável quantidade de calor.
Durante o funcionamento, instauram-se no circuito dois níveis de pressão que são
mantidos, de um lado pelo compressor, e do lado oposto pela válvula de expansão
na entrada do evaporador.
Nas tubulações também estão montadas duas válvulas agulha para
descarga / recarga da instalação.
O fluido refrigerante sai do compressor sob forma de gás a alta pressão e alta
temperatura. Em seguida, entra no condensador, sofre uma refrigeração e sai
liquefeito.
A válvula de expansão, localizada na entrada do evaporador, pulverizando o
líquido, abaixa a pressão do mesmo e consequentemente também a sua
temperatura. O fluido ainda no estado líquido entra no evaporador no qual
vaporiza, subtraindo calor do ar empurrado em suas aletas pelo ventilador. O ar,
em contato com as paredes frias do evaporador, perde um elevado percentual de
umidade, que condensada se descarrega para fora do veículo através de um
adequado tubo de drenagem.
O fluido no estado gasoso sai do evaporador e atravessa em seguida o filtro
desidratador que tem a função de absorver eventuais partículas de água que,
prosseguindo no ciclo e congelando, poderiam entupir a válvula de expansão,
reduzindo ou anulando a eficiência do ciclo.
Um pressostato de três níveis está colocado no circuito de alta pressão do fluido
refrigerante em correspondência com o desidratador e controla o acionamento e
desacionamento do compressor.
Fluido Refrigerante
Para esta instalação de condicionamento, é utilizado o novo líquido ecológico
R134a, sem clorofluorcarburetos (CFC), um dos agentes químicos causadores da
redução da camada de ozônio na atmosfera.
As instalações que operam com o R134a são facilmente reconhecíveis uma vez
que a escrita "R134a" está colocada nos principais componentes da mesma.
O fluido refrigerante R134a não se mistura com o Freon 12 usado nas instalações
de ar condicionado dos veículos anteriores. Portanto, para os condicionadores
funcionantes com o R134a, NÃO UTILIZAR NUNCA , EM NENHUM CASO, O FREON 12.
Todos os componentes da instalação são específicos para a utilização do R134a,
e NÃO SÃO INTERCAMBIÁVEIS com os dos veículos que utilizam o FREON 12.A
estação de esvaziamento/recuperação é específica para o fluido R134a.
FILTRO DESIDRATADOR - RETIRADA / RECOLOCAÇÃO
O evaporador é o segundo trocador de calor da instalação e é composto por
tubulações e aletas de alumínio que aumentam sua superfície de troca térmica.
Os tubos de entrada e saída do evaporador são soldados ao conjunto das
tubulações que o constituem.
O evaporador é tratado quimicamente para ser protegido contra a corrosão.
Ele representa o elemento refrigerante da instalação e pode ser atravessado pelo
ar proveniente do habitáculo do veículo (de recirculação) que é cada vez mais frio
e desumidificado, ou pode ser atravessado pelo ar proveniente do lado externo
para uma necessária troca de ar dentro do habitáculo.
O ar externo ou de recirculação que atravessa o evaporador estando a uma
temperatura mais alta do que a do R134a (líquido a baixa pressão e temperatura),
presente em seu interior, provoca sua evaporação e a troca para o estado gasoso
(sempre a baixa pressão).
Ao mesmo tempo, o ar que passa nas aletas do evaporador é resfriado e
desumidificado.
A umidade que se condensa nas aletas do evaporador é recolhida e descarregada
para fora do veículo.
FILTRO DESIDRATADOR - RETIRADA / RECOLOCAÇÃO
O filtro representado esquematicamente em seção, está ligado mediante uma
tubulação à saída do evaporador e recebe do mesmo o R134a (em maior parte no
estado gasoso, e em proporção mínima no estado líquido) óleo anticongelante.
O filtro desidratador exerce diversas funções, e a primeira delas é a de separador
entre refrigerante no estado líquido e refrigerante no estado gasoso.
Além disto, funciona como reservatório de reserva no qual durante o
funcionamento da instalação acumula grande parte do R134a (no estado líquido)
no circuito.
A outra função é a de desidratador, e é exercida por dois saquinhos de SILICAGEL
colocados na parte inferior do filtro, que têm a função de secar eventuais partículas
de umidade presentes na instalação.
Por este motivo, é necessário que a conservação destes acumuladores seja feita
com cuidado em ambientes enxutos e completamente tapados até o momento da
instalação.
Na parte inferior do tubo moldado, que está colocado dentro do acumulador, e em
comunicação com sua conexão de saída, existe um furo que serve para garantir o
retorno do óleo anticongelante ao compressor. Neste tubo moldado, em
correspondência com o furo do óleo, está montado um anel filtrante com rede
metálica.
1 - Saquinhos de SILICAGEL
2 - Refrigerante R134a no estado líquido
3 - Filtro
4 - Furo para o retorno do óleo ao compressor
VÁLVULA DE EXPANSÃO - RETIRADA / RECOLOCAÇÃO
A válvula de expansão que mais propriamente pode-se definir como tubo de
expansão, está colocada no tubo de entrada do evaporador.
A válvula, demonstrada na figura abaixo, tem uma forma cilíndrica e é de material
plástico, exceto o interior do tubo, que é metálico.
As partes inicial e final da válvula são feitas em retícula sutilíssima com malha
finíssima e têm a função de filtros, enquanto o tubo tem um determinado diâmetro
interno, calibrado de modo a deixar passar o volume necessário do líquido
refrigerante quando o compressor está em funcionamento.
Na parte externa da válvula está montado um anel de borracha que faz a vedação
na superfície interna do tubo de entrada do evaporador.
O tubo de expansão separa o lado da alta pressão da instalação, do de baixa
pressão e, depois dele, o R134a a alta pressão no estado líquido proveniente do
condensador, se expande diminuindo de pressão e de temperatura sem sofrer uma
troca de estado. Quando o compressor é desligado o refrigerante da instalação, do
lado da alta pressão, flui através do tubo de expansão no lado da baixa pressão,
até que as duas pressões se nivelem; este fato reduz o valor do torque necessário
para a religação do compressor.
1 - Rede na saída do filtro
2 - Tubo de expansão
3 - Retde na entrada do filtro
4 - Tubo de entrada do evaporador
5 - Anel de vedação (O-Ring)
6 - Roletes de retenção do conjunto da válvula de
expansão
PRESSOSTATO DE TRÊS NÍVEIS (TRINARY) - RETIRADA / RECOLOCAÇÃO
O pressostato de três níveis tem a função de ligar o
ventilador do condensador e do radiador quando o
veículo está parado ou trafegando em baixa
velocidade e, vindo a faltar o fluxo de ar provocado
pelo avançamento do veículo, é necessário ativar a
condensação do R134a com ventilação forçada. Tem
também a função de desexcitar a junta
eletromagnética da polia do compressor quando a
pressão (do lado da alta pressão), não obstante ação
do ventilador do condensador e do radiador ou pela
sua falta de funcionamento, atinge limites perigosos,
ou mesmo quando por causa de um eventual
vazamento ou porque a temperatura externa é
inferior aos 10 °C (e não existem condições de carga
térmica suficiente para fazer evaporar o R134a), a
pressão for inferior a 2,5 bar.

CONDENSADOR
O condensador é um trocador de calor composto por tubos de cobre ou de alumínio
com aletas de alumínio que aumentam sua superfície de troca térmica.
O R134a no estado gasoso passando nas serpentinas do condensador passa do
estado líquido (em média, na temperatura de 60 °C). Uma insuficiente troca
térmica no condensador, além de fazer aumentar a pressão da instalação, não
provoca a completa condensação do R134a; portanto, na válvula de expansão
chegaria ainda fluido gasoso que reduziria notavelmente a capacidade frigorífera
da instalação. O condensador é atravessado pelo ar produzido pelo avançamento
do veículo ou, quando o mesmo está parado ou em marcha reduzida, pelo
ventilador adequado.
Estratégia de acionamento/desacionamento do compressor
O acionamento do compressor é comandado pela junta eletromagnética controlada
pelo sistema de injeção eletrônica do motor. O compressor absorve uma discreta
potência que se soma ao conjunto do motor, e em alguns casos, isto deve ser
evitado:
- em marcha lenta o motor deve adequar sua rotação considerando este aumento
de potência absorvido;
- na partida, ou em condições de elevada solicitação de carga, o compressor é
excluído para deixar toda a potência disponível para o motor.
Com o sistema de injeção M.2.10.3, a central comanda as seguintes estratégias:
- adequa a marcha lenta do motor toda vez que o compressor é ligado; se a rotação
descer abaixo dos 700 rpm, o compressor é desligado- em caso de elevada
solicitação de potência (elevada velocidade, além dos 6000 rpm, plena carga,
máxima abertura da borboleta), interrompe momentaneamente o acionamento
do compressor.
- na partida, não permite o acionamento do compressor, até que se atinjam as
condições de rotação de trabalho.
Estratégia de acionamento/desacionamento do compressor
NOTA:
Recorda-se que o compressor NIPPONDENSO
TV14SC que equipa este motor, através do contato
térmico de segurança (1) exclui automaticamente
o funcionamento do compressor se a temperatura
do líquido refrigerante dentro do compressor
superar os 160 °C.
COMPRESSOR - DESCRIÇÃO
Trata-se de um compressor NIPPONDENSO TV14SC
de vazão variável. A variação deste parâmetro é
realizada automaticamente pelo compressor em
função da carga (diferença de pressão entre entrada
e saída do mesmo). Uma válvula comanda a abertura
de um by-pass que exclui parte do fluido da fase de
compressão; a vazão pode ser reduzida em até 17%
da máxima.
A regulagem ocorre particularmente na pressão de
aspiração:
- uma baixa pressão de aspiração faz com que o
sistema tenda a reduzir a vazão. Isto ocorre por
exemplo quando o ciclo refrigerante funciona nas
melhores condições: elevado número de rotações do
motor (e portanto do compressor), elevada troca
térmica no condensador, etc. (sem um compressor
com esta configuração variável, ocorreria um
contínuo acionamento e desacionamento do próprio
compressor);- uma elevada pressão de aspiração,
por outro lado, faz aumentar a vazão até o máximo.
Isto ocorre por exemplo, com baixas rotações do
motor e em elevadas solicitações de frio.
COMPRESSOR - CONSTITUIÇÃO E FUNCIONAMENTO
É constituído por um corpo (1) dentro do qual existe uma câmara (2).
Na câmara giram quatro palhetas (3) acionadas por um cubo (4) cujo eixo de
rotação não coincide com o eixo teórico da câmara.
A geometria particular da câmara faz com que as palhetas, girando, estejam
sempre em contato com a superfície interna da própria câmara; neste caso,
obtem-se a variação do volume dos vãos compreendidos entre uma palheta e outra
durante a rotação.
No corpo (1) estão fixadas duas tampas, uma dianteira (5) e uma traseira (6) nas
quais existem respectivamente uma câmara de aspiração ou de baixa pressão (7)
e uma de alta pressão (8). O gás, aspirado pela conexão (9) existente na câmara (5),
passa através da câmara de baixa pressão (7) e da fenda (10) existente no
corpo (1).
O gás é portanto comprimido e depois expulso através da tubulação (11) existente
na câmara de alta pressão (8) e introduzido na instalação através da conexão (12).
A válvula tipo lâmina (13) impede o retorno do gás a alta pressão no compressor.
Na parte superior do corpo existe um contato térmico (14) ligado em série à junta
eletromagnética da polia do compressor. Quando a temperatura atinge valores
perigosos (além de 160 °C), o contato térmico (14) desliga o compressor e o religa
se a temperatura cair abaixo dos 140 °C.
Desta forma evita-se o funcionamento em condições perigosas como a falta de
fluido refrigerante ou de óleo.O regulador de pressão (15) existente na parte
inferior do compressor serve para regular a vazão do líquido do compressor, como
descrito a seguir.
COMPRESSOR - RETIRADA / RECOLOCAÇÃO
O controle da vazão é obtido através de um mecanismo pneumático incorporado
no compressor, que faz o by-pass de uma parte do gás que se encontra em fase de
compressão, na entrada da câmara de baixa pressão.
Este sistema, quando é ativado permite reduzir a vazão do compressor
gradualmente e com continuidade até aproximadamente 17% da vazão total.
O mecanismo é constituído por um pistão (A) que pode deslizar no cilindro (C) com
a reação da mola (B).
Quando o pistão está posicionado como na figura A, intercepta os furos (D) que
colocam em comunicação o vão (E), no qual o gás começa a ser comprimido, com
a câmara a baixa pressão (F).
Vice versa, quando o pistão (A) está na posição da figura B, os furos (D) colocam em
comunicação as duas câmaras.
O pistão é acionado por uma pequena quantidade do gás em pressão, retirado do
tubo (J) que comunica com o furo calibrado (G).
O regulador de pressão (H) é regulado pela diferença de pressão entre a
aspiração - câmara (F) - e envio; com um elevado valor de pressão de aspiração, a
válvula (I) está fechada, e a pressão do gás age no pistão (A) colocando-o na
posição da Fig. A.
Os furos (D) são interceptados e não ocorre o by-pass, e na câmara (E) ocorre o
início da compressão do gás como descrito a seguir.
Quando cessa a pressão de aspiração, o regulador (H) faz com que a válvula (I) se
abra permitindo que o gás em pressão no tubo (J) e no cilindro (C) se descarregue
na câmara a baixa pressão (F).
O pistão (A) é desta forma empurrado pela mola (B) permitindo que os furos de
by-pass (D) se abram.
Deste modo, parte do gás presente na câmara (E) - fase de início de compressão -
pode defluir na câmara a baixa pressão (F), até que a palheta (K) tenha
ultrapassado os furos (D); desta forma é reduzida a quantidade de gás presente na
câmara (E) com consequente redução da vazão do compressor.
COMPRESSOR - TRANSMISSÃO DO MOVIMENTO
O movimento giratório necessário para o funcionamento do compressor é realizado
graças à presença do conjunto polia/junta eletromagnética representado
esquematicamente na ilustração, composto de:
- um disco (1) acoplado mediante chaveta no eixo (6) do compressor
- um grupo rotor com polia (3) girante em rolamentos de esferas (5)
- um eletroímã (4) comandado pela ativação da instalação de ar condicionado.
Quando a instalação de ar condicionado não está funcionando, a polia (3),
comandada pela correia de ligação com a árvore de manivelas, gira a vazio no
rolamento (5) acoplado no suporte dianteiro (2) do compressor.
Quando a instalação é ligada, um sinal elétrico excita o eletroímã que empurra o
disco (1) em contato com a polia (3) a qual se acopla ao eixo do compressor
provocando sua rotação.
A característica peculiar, em relação aos compressores de tipo rotativo tradicional,
é que não é necessário recorrer a uma contínua ligação/desligamento da junta
eletromagnética, com consequente excessiva solicitação da mesma, para permitir
a ativação do compressor.
O compressor, sempre em rotação, modifica a sua condição de intervenção
variando a cilindrada em função da quantidade de ar condicionado exigida.
1 - Disco acoplado mediante chaveta no eixo do
compressor
2 - Suporte dianteiro do compressor
3 - Grupo rotor com polia
4 - Eletroímã
5 - Rolamento
6 - Eixo do compressor
7 - Retentor
COMPRESSOR - FUNCIONAMENTO NORMAL
(100% da vazão - by-pass fechado)
Compressor
O vão (C) se reduz de volume fazendo deste modo
crescer a pressão do gás; inicia assim a fase de
compressão.
(100% da vazão - by-pass fechado)
Descarga
A pressão do gás aumenta ainda mais até abrir a
lâmina (E): neste exato momento termina a fase de
compressão e começa a fase de descarga.
COMPRESSOR - FUNCIONAMENTO COM REDUÇÃO DE VAZÃO
(Até 17% da vazão - by-pass aberto)
Aspiração
O gás é aspirado pela abertura de aspiração (D) pela
progressiva expansão do vão (C), delimitada pelas
palhetas (A) e (B): inicia assim a fase de aspiração.
(Até 17% da vazão - by-pass aberto)
By-pass
Se os furos (F) estiverem abertos ocorre a saída de
parte do gás: não inicia ainda a fase de compressão
(Até 17% da vazão - by-pass aberto)
Compressão
Ultrapassados os furos (F), o vão (C) se reduz de
volume fazendo deste modo crescer a pressão do
gás restante (até um mínimo de 17% do total): inicia
assim a fase de compressão.
(Até 17% da vazão - by-pass aberto)
Descarga
A pressão do gás aumenta ainda mais até abrir a
válvula tipo lâmina (E); neste exato momento termina
a fase de compressão e começa a fase de descarga.
FILTRO CONTRA POEIRA
A instalação de ar condicionado pode ser equipada
com um filtro especial contra pó, constituído
externamente de fibras de poliéster e internamente
com fibras de policarbonato carregadas
eletrostaticamente (ver figura).
O filtro tem a específica capacidade de combinar a
função de filtragem mecânica do ar a um efeito
eletrostático de modo que o ar externo introduzido
no habitáculo resulte depurado e ausente de
partículas poluentes como pó, etc, na condição,
naturalmente, de que os vidros estejam fechados.
1 - Fibras de policarbonato
2 - Fibras de poliéster (tecido não tecido)
NOTE BEM:
O controle das condições do elemento filtrante deve
ser feito anualmente.
Em caso de tráfego habitual na cidade ou em
estradas poeirentas, o controle deve ser feito com
maior frequência.